domingo, 22 de janeiro de 2012

Loja Maçônica Progresso

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
LOJA MAÇÔNICA PROGRESSO

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO - Foi  no final do ano de 1870, nesta cidade de Campos, em três de dezembro, que se reuniram em sua casa na Rua Barão de Cotegipe 88, sob os auspícios do Grande Oriente do Brasil e presidência de um Obreiro de grande descortino e valor moral – o poderoso irmão Joaquim Taussia de Belido – vários irmãos, e fundaram uma loja maçônica a que deram o titulo distintivo de Progresso. Após o cumprimento das formalidades legais, a 17 de fevereiro de 1871, em pomposa cerimônia, teve lugar a regularização da Loja. Na   mesma ocasião  e para maior solenidade do ato, os Obreiros da Loja libertaram um pequeno escravo de três anos de idade, de nome Caetano. A Maçonaria Brasileira  estava engajada àquela época na campanha da abolição.  Inaugurou-se também, um grande quadro a óleo representando a Fé, a Esperança e a Caridade, oferecido à Loja pelo irmão Guilherme Letwan, ficado colocado onde hoje ainda se encontra o nosso Salão de Honra.
Não se descuidando de sua conquista, mas sem dormir nos louros alcançados, a Loja Progresso continuou sua trajetória vitoriosa, fazendo obra maçônica, promovendo o bem estar da Humanidade!
Em 12 de outubro de 1885 fundou cursos diurno e noturno, com matricula que atingiu a 112 alunos, com freqüência media diária de 80 alunos. Por este e outros relevantes serviços recebeu do Grande Oriente do Brasil o honroso titulo de Benemérita em 11.01.1996.
Em 1889, como o prédio da rua Barão de Cotegipe já não oferecesse mais condições de continuar abrigando a nossa loja, foi formada uma comissão com o propósito de adquirir sua sede própria.
A comissão foi composta de 6 membros.
Como homenagem vamos citar seus nomes: David Findlay, Domingos Serpa, Jose Ventura Louro, Jose Joaquim Alves Carneiro, João  Luiz dos Santos Guimarães e Jose Maurer.
Em 3.12.1894, por 25.000$000 (vinte e cinco contos de réis) foi adquirido o prédio da Rua do Cercado nº12, hoje Joaquim Nabuco nº. 24, o qual depois de reforma e adaptação foi inaugurado em 28.09.1895, representando, ainda hoje, motivo de orgulho para nós.
Por falta de comodidades apropriadas para o funcionamento de seus cursos de alfabetização, a Loja deliberou em 07.01.1919, por proposição do ilustre irmão Sebastião Viveiros de Vasconcelos, aproveitar o terreno dos fundos da Loja e com frente para a rua São Bento, e com cotização de irmãos, construir um prédio escolar que foi inaugurado no mesmo ano, em 1º de setembro. Seria fastidioso enumerar o nome dos denodados Obreiros que se responsabilizaram pelo pesado encargo financeiro dessa obra construída em tempo recorde? Não! Foram eles: Umbelino Pacheco, Manoel Leopoldino Cunha Porto, Amaro de Queiroz Viana, Manoel Luiz Martins, Guilherme Ribeiro, Atilano Crisóstomo Oliveira, João Alves Magalhães, Brandão Henriques, John Ducam, Antonio Izaltino de Oliveira, Artur Pinto, Benedito dos Santos Graim,  Vicente Gonçalves Dias, Dr. Jose Coelho dos Santos, Francisco da Silva Santos, Antonio Porfírio Vasconcelos, Carlos Diniz Sampaio Ferreira, Arlindo Gregory Barbeitas, Luiz Guitton, Messias Urbano dos Santos, Nestor Augusto Filho, Antonio Gonçalves Ferreira, F. de Figueira, Antonio dos Santos Lima, Dr. Gregório Pereira de Miranda Pinto, Francisco de Paula Carneiro, Lourenço Terra, Julião Jorge Nogueira, João Mario Pereira Soares e Domingos Viana.
Assim graças ao patrimônio adquirido e acrescentado por valorosos irmãos, pode a Loja Progresso atravessar os seus 125 anos de existência sem um hiato sequer na tarefa de fazer o bem, apesar de crises financeiras nacionais e internacionais com reflexos inevitáveis para a Loja”.
2 - O Centenário de fundação da nossa Augusta e respeitável Loja teve como venerável o Irmão Walter Siqueira que redigiu esse depoimento:
“Só os preciosos documentos maçônicos que possuímos podem constatar o que teria sido justo no dia 3 de dezembro de 1870 a fundação  da loja Maçônica Progresso.
Era a quarta instituição maçônica, do rito escocês, e funcionou num sobrado de três pavimentos e que hoje não mais existe, Seu primeiro venerável foi o Sr. Joaquim Taussia de Belido, que regularizou-a no ano seguinte ao segundo mês do calendário.
Sete anos depois, o templo maçônico, hoje  centenário, passou a unir os seus ideais de fraternidade, liberdade e igualdade no edifício que parece ser o de maiores proporções no âmbito maçônico  que o Estado do Rio possui.
Trabalhando com o supremo ideal de liberdade, substituindo a propensão do mal pela pratica perfeccional do bem, a maçonaria (vem do vocábulo: - maçonnerie oriunda de “maçon” que significa pedreiro) ergueu o edifício do respeito à dignidade da pessoa humana, respeitando as posições filosóficas, políticas e religiosas, no zelo pela família na prioridade dos direitos, no estimulo pela integridade e preservação do bem comum.
E Prudêncio  Bessa, Anthero Casalho, Manoel Francisco de Oliveira, Cunha Porto, Viveiro de Vasconcelos, e tantos mais baluartes e prestigiosos obreiros que sempre preferiram a modéstia da não admiração, trabalharam no incentivo ao progresso, com discrição e firme propósito – com perseverança diante das dificuldades e com pontual assiduidade no cumprimento dos deveres.
A honestidade e o rigor ético nas exigências da instituição, a lealdade e solidariedade, a perfeição e dignidade inoperáveis, conduzem os maçons da centenária “Progresso” a um código proclamatório todo a romper com dignidade esses hoje “cem anos” com harmonia  ao próximo, que é comungar as mesmas idéias e a mesma grandeza, e respeito mutuo e a mesma sincera uniformidade de que nos falam os históricos documentos de sua fundação.

Núcleo de Arte e Cultura de Campos

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
NÚCLEO DE ARTE E CULTURA DE CAMPOS

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO - Com registro de Núcleo de Arte e Cultura de Campos e tendo como nome fantasia Companhia Gente de Teatro, foi criado em 08 de dezembro de 1999, contando com o apoio do Núcleo de Iniciação à Pesquisa Científica em Comunicação, da Faculdade de Filosofia de Campos. Antes, estivera ligado ao Serviço Social do Comércio - SESC -, passando a viver independentemente a partir daquele ano.

Inspirado pelo professor Orávio de Campos Soares, hoje tem na direção a pedagoga Neusimar da Hora e os espetáculos são folclóricos e voltados para as tradições culturais afro-brasileiras. O Núcleo conta com 50 integrantes, todos descendentes das africanidades, sem que isso se constitua num Movimento Negro.

Orfeão de Santa Cecília

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
ORFEÃO DE SANTA CECILIA 
(CENTRO DE CULTURA DE CAMPOS)

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO -O nome da Sociedade deriva do conjunto coral/orfeônico criado pelo saudoso professor NEWTON PÉRISSÉ DUARTE – intelectual de larga envergadura, musicista de muitos méritos e autor da música do hino da cidade (Campos formosa). Em 1941, o Prof. Périssé reuniu um grupo de amadores saídos de diferentes classes sociais, todos interessados em produzir boa música através de suas diversificadas vozes, e organizou um grupo coral que seria por muitos anos uma das mais representativas marcas culturais da Planície goitacá. Era o ORFEÃO DE SANTA CECÍLIA, nome que evocava a proteção da padroeira da música, atualizando assim um hábito antigo entre os músicos de Campos.
Bem relacionado com a elite cultural da cidade, na qual se incluía, o Prof. Périssé atraía para seus ensaios vários intelectuais que, após alguns anos de contato com seu meritório trabalho (totalmente idealista porque não remunerado), resolveram reunir-se para transformar a informalidade do Orfeão numa sociedade civil, com feições jurídicas, tendo como meta principal o já citado desejo de elevar o nível cultural e artístico da cidade. Foram seus fundadores, no ano de 1949, os “sete homens de ouro”, cujos nomes dignificaram a cultura campista por largo tempo: Newton Périssé Duarte, Manuel Alberto Barbosa Guerra, Décio Ferreira Cretton, Carlos Ribeiro, Amador Pinheiro da Silva, Oswaldo Luiz Cardoso de Mello e Ewerton Paes da Cunha.
Desde, portanto, os anos de 1940, o Orfeão tem beneficiado enormemente a vida cultural de Campos, colaborando assim com o poder público ao trazer até nós um sem-número de celebridades musicais de nível nacional e internacional, além de promover a cultura da cidade e da região por meio de variadas ações. Graças à sua eficaz e profícua atuação, temos podido participar, ao longo dos anos, de numerosos recitais de coros, palestras e conferências, cursos de arte, concertos de diferentes instrumentistas, apresentações de conjuntos orquestrais, espetáculos teatrais e de dança, etc. Deve-se lembrar ainda que a Entidade é possuidora do único piano de cauda inteira da cidade – o Pleyel Extra Grand Concert, adquirido em 1950. Posto em ação por pianistas do melhor nível técnico e artístico, encontra-se hoje, no palco do Auditório da Santa Casa de Misericórdia, totalmente restaurado.

Sociedade Musical Euterpe Sebastianense

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
SOCIEDADE MUSICAL EUTERPE SEBASTIANENSE


Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO - A Sociedade Musical Euterpe Sebastianense, foi criada em 1º de maio de 1903 e teve como seu primeiro mestre Joaquim Antônio dos Santos – o professor Quincas. Os primeiros ensaios ocorreram em residências cedidas pelos incentivadores e durante algum tempo na sacristia da Igreja de São Benedito. O primeiro presidente foi Ribeiro Gomes, que a dirigiu por muitos anos.
Esse  grupo pequeno animou o lugarejo por muito tempo, até que crises como a de 1920, quase fizeram a Euterpe fechar suas portas. Assim foi formada uma nova diretoria provisória que se reunia na casa de Felippe Eulâmpio dos Santos, sendo empossado como presidente, Vicente Vasconcelos Tavares.
Em 1925, na presidência de Sebastião de Souza Tavares surgiu a idéia do grupo ter uma sede própria, mas foi na presidência de Zenóbio Gusmão Quitete que tentou-se a aquisição de um terreno que havia sido um cemitério, que até então era propriedade da Prefeitura. Entretanto somente em 1932, quando Jair Ribeiro Viana era presidente, que ocorreu a doação do terreno pelo Prefeito Doutor Silvio Bastos Tavares, desde que a Sociedade Musical construísse sua sede em dois anos. Em 24 de setembro de 1932, foi lançada a pedra fundamental da sede própria da Euterpe na rua São Benedito como era chamada a rua doutor Nilo Peçanha, onde a sede ainda está situada.
A obra prosseguiu com dificuldade, tanto que foi solicitado uma prorrogação do acordo por mais 90 dias, e em 12 de dezembro de 1934, foi realizada a primeira reunião na sede própria.
A Sociedade Musical contou muito com a abnegação e os esforços das pessoas da comunidade, e comunidades vizinhas, além da incorporação da Irmandade de Santa Cecília, formada por senhoritas da comunidade que realizavam bailes beneficentes e arrecadavam prendas e leilões para angariar fundos para o término da obra.
Em primeiro de maio de 1949, foi realizada a cerimônia de inauguração do prédio da sede própria da Euterpe, onde a fita verde foi cortada pelo Doutor José Francisco Mota, representando o prefeito Doutor Manoel Ferreira Paes. Desse modo, a Euterpe pode realizar diversos bailes em seus salões, com reuniões bem freqüentadas por pessoas ilustres em seus aniversários e sua banda alegrando a comunidade e comunidades vizinhas, tanto que foi reconhecida como de Utilidade Pública, em 1952.
Em seu cinqüentenário, comemorado em primeiro de maio de 1953, esta Sociedade Musical resolveu homenagear o sócio fundador Capitão Antônio Nunes Viana, cujo busto está até hoje na sede da Euterpe.
Por muitos anos a Sociedade Musical foi chefiada pelo mestre Alberto Gomes Pessanha, que mesmo mudando-se da comunidade continuava vindo ministrar aulas e ensaios até que afastou-se definitivamente e foi substituído pelos músicos Sebastião Bartolomeu e Sebastião Crespo.
Hoje a banda é formada por músicos da localidade, com idades variadas e que se dedicam a música nas horas de descanso da cerâmica. Tendo como maestro Delmo de Almeida Rangel que também ministra aulas formando novos músicos.
A Sociedade Euterpe Sebastianense conseguiu chegar aos 100 anos tendo na presidência, Vilson Henrique de Almeida e Romero Pessanha Mariano, músicos dedicados a esta sociedade.
A festa do centenário foi comemorado nas dependências do colégio local, já que a sede estava em reforma, e os ensaios eram realizados na Capela de São Benedito.
A Euterpe Sebastianense filiou-se a Associação de Bandas do Rio de Janeiro, da qual vem recebendo ajudas esporádicas em instrumentos. Essa associação promove festivais anualmente e a Euterpe Sebastianense já participou de festivais em Campos dos Goytacazes, Rio das Ostras e Laje de Muriaé.
Em abril de 2007, essa Euterpe teve a satisfação de ser incluída na lista das 21 bandas centenárias do Estado do Rio de Janeiro, e reconhecida pelo Exmo. Governador do Estado, Sérgio Cabral, em projeto de Lei nº 723/2007, e publicado pela Alerj estando entre as cinco bandas mais velhas do município de Campos dos Goytacazes.
A Sociedade Euterpe Sebastianense recebeu a Medalha de Patrimônio Cultural do Estado do Rio de Janeiro, em 30 de novembro de 2008, na sala Cecília Meirelles, Lapa, Rio de Janeiro, que foi entregue pela Secretária de Cultura do Estado do Rio, Adriana Rattes. Atualmente a Sociedade Musical Euterpe Sebastianense é presidida por Vilson Henriques e Delmo Almeida.

Sociedade Musical Lira Conspiradora

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
SOCIEDADE MUSICAL LIRA CONSPIRADORA

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO - No início do mês de agosto de 1882, na cidade de Campos, foi fundada a Sociedade Musical Lira Conspiradora, desde sua fundação a Lira Conspiradora manteve aulas de músicas, e instrução primária. A Lira Conspiradora foi parte ativa e destacada na Campanha da Abolição, ao lado de grandes vultos da Pátria.

Sociedade Musical Lira de Apolo

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
SOCIEDADE MUSICAL LIRA DE APOLO

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO - Em 19 de maio de 1870, um grupo apaixonado pela divina arte fundou uma Filarmônica, origem da popular, consagrada e querida “Sociedade Musical Lira de Apolo. A Lira de Apolo tem como sua padroeira Nossa Senhora da Glória e suas festas eram realizas no mês de agosto, na Igreja Boa Morte. Em 1880, o seu rico estandarte rubro com traçado de ouro, foi bento com grandes festejos na Igreja Boa Morte. A Lira de Apolo passou muito anos sem ter repouso certo, até ter sua própria sede.
A inauguração festiva deu-se em 1914, quando a Lira de Apolo entregou ao progresso da cidade de Campos o seu esplêndido edifício de linhas arquitetônicas, os trilhos de trem usados como ferragens na construção foram levados da Estrada de Ferro Leopoldina, as pedras para os alicerces foram levadas as escondidas da polícia, do Rio Paraíba do Sul. A construção começou em 1912, graças a donativos e boa vontade da população. A Sociedade sempre ocupou o 1º andar com sala de ensaio e sala de honra para solenidades, desde a construção do prédio que a parte térrea foi destinada a ser ocupada por duas salas comerciais, alugadas, assim aumentando a renda econômica da Sociedade. A Lira de Apolo sempre esteve presente em todos os grandes acontecimentos de Campos, como na visita de Dom Pedro II e da família Imperial em 14 de junho de 1875, nesta data foi lançada a pedra fundamental da Estação Campos da Estrada de Ferro Carangola. Também esteve presente na inauguração da Usina Santa Cruz, do Liceu de Humanidades de Campos, do Teatro Trianon, da Biblioteca Municipal de Campos; recepcionou Getúlio Vargas, etc.
Pelos relevantes serviços prestados a comunidade e à difusão cultural em nossa cidade, esta Sociedade Musical, foi tombada pelo INEPAC – Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado do Rio de Janeiro, pelo projeto E-18/300.595/85, em 23 de julho de 1987.
Em uma manhã de domingo, dia 19 de novembro de 1990, a sede da Lira de Apolo sofreu um incêndio e a luta de seus antepassados se transformou em cinzas, mas mesmo nas cinzas seus instrumentos não se calaram.

Sociedade Musical Lira Santo Amaro

RESOLUÇÃO Nº 002/2011
O presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal - COPPAM - no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 3º da Lei 7.527, de 19 de dezembro de 2003, alterada pela Lei 8.151, de 26 de março de 2010, e em cumprimento o que estabelece o Artigo 172, inciso II, letra “f”, da Lei Orgânica do Município, e o Artigo 30, inciso IX da Constituição da República,
RESOLVE
Artigo 1º - Ficam registradas como Patrimônio Cultural do Município de Campos dos Goytacazes, as seguintes entidades promotoras de arte e cultura, consideradas de grande expressão cultural e histórica e referências dos foros de civilização dos munícipes:

PATRIMÔNIO CULTURAL
SOCIEDADE MUSICAL LIRA SANTO AMARO

Artigo 2º - Fica a cargo da Secretaria Municipal de Cultura e do COPPAM - Conselho de Preservação do Patrimônio Municipal -, de acordo com o Artigo 226 e 229 da Lei Municipal 7972, de 31/03/2008, o desenvolvimento de projetos de valorização cultural pertinentes a este ato.
§ Único - Sejam os incisos do artigo anterior lançados no Livro de Tombos.
Artigo 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
Campos dos Goytacazes, 27 de Dezembro de 2011.
ORAVIO DE CAMPOS SOARES
Presidente do COPPAM

HISTÓRICO -
A existência da música na baixada, especificamente no distrito de Santo Amaro só pode ser comprovada a partir do século XIX, assim como na área urbana da cidade, provavelmente em 1885, com a fundação da Lyra Musical Nova Aurora. A banda tinha a sua frente o maestro Amarinho Neves, que além de reger a banda, desenvolvia sua arte musical na Igreja de Santo Amaro acompanhado de sua filha Helen Neves que tocava violino. Vamos observar no decorrer do texto que a família Neves sempre esteve e continua prestando serviço a música no interior do município de Campos.
Na metade do século XX, provavelmente em 1950, uma nova banda surgiu na baixada. Foi a Sociedade Musical Santo Amaro, sob a regência de Almir Neves e Milton Neves. Outros dois nomes estiveram à frente dessa banda: os Maestros Crispim e João Neves.
Essa banda realizou as atividades musicais no interior de Campos até o ano de 1970, quando a falta de incentivo começou a prejudicar esta representação artística no interior de Campos dos Goytacazes. Vinte e dois anos se passaram até a fundação de uma nova banda na localidade de Santo Amaro, como mais uma tentativa e esforço em dar prosseguimento à arte musical entre a população da Baixada Campista.
Essa banda é a Lyra Musical Santo Amaro, fundada em seis de dezembro de 1992. O primeiro presidente foi Aprígio Barcelos e seu sucessor foi Paulo Freitas. Atualmente, confirmando a tradição da família Neves a frente dos projetos musicais da baixada, a Lyra Musical Santo Amaro, tem como presidente e regente Adauto Bento Neves Pereira.
A partir de 1994, ainda na gestão de Paulo Freitas, a Lyra Musical Santo Amaro iniciou seu período de reconhecimento. Com o maestro Roberto Campos, conhecido como Bolinha, a banda de Santo Amaro conquistou o 3º lugar num concurso estadual de bandas realizada na cidade de Laje de Muriaé-MG. Muitos foram os convites para apresentações em festejos religiosos, com ênfase aos encontros de bandas que aconteciam durante a festa de São Salvador. A Lyra Musical Santo Amaro também participou de importantes eventos culturais da cidade como o “Projeto Para Ver a Banda Passar”, realizado pela Prefeitura de Campos dos Goytacazes, no Jardim São Benedito.
Outro momento marcante na agenda da Lyra Musical Santo Amaro é a apresentação durante a famosa e tradicional festa de Santo Amaro, Padroeiro da Baixada Campista. Os festejos acontecem anualmente na primeira quinzena do mês de janeiro e tem como ponto alto a tradicional Cavalhada. Esse espetáculo, assim como a apresentação da banda durante a festa reforça a aliança existente entre a música e a religiosidade.
Para toda a diretoria e músicos da Lyra Musical Santo Amaro, o mais importante feito é o projeto de Iniciação Musical, realizado com crianças de várias localidades vizinhas como Baixa Grande, Babosa, Boa Vista, Farol de São Thomé, etc. Todo esse trabalho foi e ainda é desenvolvido graças à boa vontade e união dos músicos que compõem a Banda de Santo Amaro. Sem sede própria, os ensaios e estudos são realizados em imóveis cedidos pela comunidade e no coreto do Adro.
Os músicos da Lyra Musical Santo Amaro ainda não perderam a esperança e acreditam que o poder público ainda vai se sensibilizar com a tal situação, providenciando uma sede para a banda e criando formas de incentivar essa tradicional cultura no município.